Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Conta-me Histórias

' O Homem é sempre um contador de histórias. Vê tudo o que lhe acontece através delas. E, ele tenta viver a sua vida, como se estivesse contando uma. ' (Jean-Paul Sartre)

' O Homem é sempre um contador de histórias. Vê tudo o que lhe acontece através delas. E, ele tenta viver a sua vida, como se estivesse contando uma. ' (Jean-Paul Sartre)

Conta-me Histórias

27
Nov17

Prémios de Marketing 2017

Rita PN

A dedicação e a paixão por aquilo que fazemos é, sem dúvida, o motor para o sucesso. Foi com uma enorme emoção que no passado dia 23 de Novembro recebemos, na pessoa da Rita Palma Nascimento, a notícia de que a Hall Paxis tinha sido galardoada com o primeiro prémio de marketing no âmbito do Imocionate itec 2017.
"Do mosto à Palavra", uma ideia que surgiu do nada, que foi desenvolvida, cimentada e concretizada, saíu vencedora numa tarde de chuva, mas onde o calor humano encheu a FIL.
Muito obrigada a todos quantos acreditaram e ajudaram! Deixamos aqui a honra da consagração do primeiro lugar, entregue à Rita, uma das principais mentoras da ideia, e que nela trabalhou arduamente. Um grande bem-haja a todos quantos tornaram este prémio possível - Equipa Hall Paxis, parceiros de evento Chiado Editora e Herdade da Figueirinha, amigos, clientes, família, autores, viajantes, turistas... É por vós e para vós!

23826263_2038777803023288_5001149770482699213_o.jp

 
Para os menos atentos a este cantnho, "Do Mosto à Palavra" foi uma ideia que surgiu numa solarenga tarde de Dezembro, em plena cidade do Porto, na esplanada do Chiado Café Literário, na Av. da Boavista, onde duas alentejanas de Beja (eu e a minha mãe) se encontravam a almoçar, tendo sido brindadas com um copo de vinho Alentejano, mais concretamente da Herdade da Figueirnha (Beja). 

Estava lançado o mote, à mesa juntaram-se uma imobiliária, o vinho e a literatura para um início de tarde que viria a ficar na hitória. 

Depois de "cozinhada" a ideia, ainda em fase embrionária, apresentámos a proposta de parceria tanto à Chiado Editora, como à Herdade do Monte Novo e Figueirinha, que aceitaram prontamente o desafio. E se à primeira vista estas três empresas nada têm em comum, desenganem-se: Pessoas, Cultura e Arte. Três elos de ligação e união capazes de mobilizar e dar origem a um Prémio Literário que recebeu paticipações de todo o Portugal Continental e Ilhas. A concurso, sob a temática "Alentejo", estiveram 420 participações entre as categorias Prosa e Poesia, tendo sido premiados três autores em cada uma das categorias, num evento vínico e literário que decorreu em Maio, na Herdade do Monte Novo e Figuerinha em Beja. 

Dada a dimensão alcançada, o projecto não poderia ficar por aqui. Foi entao anunciada, por parte da Chiado Editora, a compilação de todos os originais numa obra, a Coletânea "Do Mosto à Palavra" - Vol I, lançada extamete no mesmo local, no passado dia 18 de Novembro. 

E se a concurso obtivemos participações de Norte a Sul, incluíndo as ilhas, na assistência, "Do Mosto à Palavra" internacionalizou-se, com a presença de cidadãos Italianos, Holandeses e Colombianos. 

E agora perguntam vocês (e bem) "Qual o benefício/vantagem, para uma imobiliária, integrar um projecto como estes?". 

Vejamos, nos dias que correrm e sendo Beja uma cidade de pequena dimensão, só faz sentido desenvolver um negócio quando perfeitamente integrado no seio da comunidade. Quando a comunhão existe e a interligação entre partes é incentivada e fomentada. 
Desta forma, este plano de marketing permitu à Hall Paxis não só o posicionamento no seio do seu segmento alvo, como a criação de valor para a empresa, a par da divulgação e visibilidade ganhas tanto para a Hall, como para a cidade e para a região. 

Uma parceria improvável que resultou numa ideia out of the box, impulsionadora, inovadora e única. 

Para melhor perceberem a essência do que foi feito, deixo-vos o vídeo que nos valeu a conquista do 1º lugar nesta que foi a 1ª Edição dos Prémios de Marketing para o segmento imobiliário. 

 



26
Out17

Lançamento do Vol I da Antologia Do Mosto à Palavra

Rita PN

Na sequência do anúncio feito aquando da entrega do Prémio Literário "Do Mosto à Palavra", no evento com o mesmo desígnio, realizado a 27 de Maio do presente ano, irá ser apresentada no próximo dia 18 de Novembro a respetiva Antologia que compila os textos submetidos a concurso. 
O evento realizar-se-á na Herdade do Monte Novo e Figueirinha, mediante a parceria improvavel entre as 3 empresas por vós já conhecidas, Hall Paxis, Chiado Editora e Herdade do Monte Novo e Figueirinha.
Será para nós um gosto tê-lo presente, naquela que podemos assegurar vir a ser uma tarde diferente, especial e bem passada, à boa maneira alentejana é claro!




MP_DO MOSTO À PALAVRA-01 (1).jpg

 

01
Mai17

Beja Merece!

Rita PN

 

 

18157752_1742964582397459_3906848448832868986_n.jp

 

Fomos centenas, os cidadãos que silenciosa, ordeira e respeitosamente, acolhemos o Sr. Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, na sua visita oficial à trigésima quarta Ovibeja.
Unidos por uma causa comum, em prol do desenvolvimento da cidade e respectiva região.

+Acessibilidades
+Desenvolvimento
+Aeroporto
+Comboio
+Saúde

Obrigada a todos os que se mobilizaram, porque #BEJAMERECE+


De seguida, deixo-vos as causas e os fundamentos que, ao longo dos anos, têm desencadeado as nossas mais diversas reivindicações. 

  • Comboios e eletrificação da linha férrea:

    O comboio chegou a Beja no ano de 1864, desde aí e até ao ano de 2004, a ligação a Lisboa era feita de forma indireta. A linha terminava no Barreiro, onde era feito o transbordo de barco até à capital.
    A partir desse ano e após a entrada em funcionamento da linha ferroviária na Ponte 25 de Abril, tiveram início as ligações diretas ente Beja e Lisboa, confortavelmente a bordo dos comboios intercidades. Uma viagem rápida e agradável, sem o constrangimento e a demora do transbordo. Esta nova ligação não só beneficiava os habitantes da capital do Baixo Alentejo, como também dos concelhos vizinhos, caso de Cuba, Alvito e Viana do Alentejo.

    Estudava em Lisboa nessa altura e recordo a lotação do comboio tantas vezes esgotada. Meio de transporte de eleição para jovens estudantes, empresários, famílias, doentes a carecer de cuidados de saúde apenas existentes na capital ou para um simples passeio.

    Julgámos que o progresso havia finalmente chegado, não fosse esta mesma ligação ter sido suspensa no decorrer de maio de 2010, para não mais ser reativada.
    Desde essa data até ao presente, sete são os anos em que a deslocação se faz a bordo do desconforto (e constantes avarias) de uma automotora com mais de 50 anos, até Casa Branca, onde é feito o transbordo para o intercidades da linha de Évora.
    Mas o desinteresse e desvalorização da linha férrea do sul não se restringe às ligações à capital, também o ramal de Moura, que servia tanto os habitantes deste concelho, como os do concelho de Serpa, foi desactivado no final do ano de 1989. Seguiu-se, em 2011, a ligação entre Beja e a Funcheira, que pôs fim à ligação férrea ao Algarve. Ligação esta que servia diversas localidades do sul do distrito.
    É necessário avançar com a eletrificação da linha e retomar as ligações diretas a Lisboa, porque #BEJAMERECE+


    DSCF0334.JPG

     

    Flickr_-_nmorao_-_Regional_6707,_Estação_de_Casa

     

     





  • A26 e outras acessibilidades rodoviárias:

    A A26 é outra das causas pelas quais o movimento #BejaMerece+ se debate. Uma autoestrada que deveria ligar Beja e Sines e que viu as obras paradas durante vários anos, depois das expropriações, das terraplanagens, dos viadutos e dos quilómetros já concluídos, tendo sido retomadas, de há alguns meses a esta parte, com 12 (doze) quilómetros de um troço não em autoestrada, mas em via rápida de quatro faixas sem portagens.
    Segundo António Ramalho, antigo presidente das Infraestruturas de Portugal, em 2015 justificava-se a suspensão das obras, uma vez que o tráfego seria inferior a “dez mil carros por dia”.
    É oportuno colocar a questão: “que tráfego justificou a construção de autoestradas como a A10, a A17 ou até mesmo a A13? E, comparativamente com 1 (um) quilómetro do Túnel do Marão, quanto custarão estes 40 (quarenta) quilómetros, em terreno claramente favorável a uma obra deste tipo?” - palavras de José Filipe Murteira, cidadão bejense e uma da vozes que integra o movimento #BEJAMERECE+ .

    A degradação do IP8 que liga Beja, Ferreira do Alentejo e a A2 é notória a quem por lá circula. O número acidentes de viação aumenta, assim como tem vindo a aumentar o número de mortes neste troço.
    Porque é necessário e temos direito a uma infraestrutura rodoviária segura e eficiente, é crucial concluir os 40 (quarenta) quilómetros da A26, que farão a ligação entre Beja e a A2.


    2012 Agosto Sta. Maria do Sado ponte.jpg

     


    IC27
    Ainda segundo José Filipe Murteira, “em 2005 foi concluído o plano de impacto ambiental da ligação do IC 27 entre Alcoutim e o IP2, próximo da Trindade, documento que custou mais de 400 mil euros. São cerca de 60 (sessenta) quilómetros que faltam concluir, ligando assim os concelhos de Beja e Mértola a Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António e melhorando também as ligações entre Évora e todo o interior a essa zona do Algarve.
    De acordo com o plano, o objectivo principal para a conclusão dessa via é o «aumento das condições de segurança e a diminuição do grau de sinistralidade», tendo em conta as caraterísticas da actual ligação, a EN 122.
    Os anos passaram e a obra não avançou, até que, em junho de 2012, uma fonte do governo de então, anunciou a sua suspensão definitiva, dado que o troço que falta ao IC27 se encontra «assegurado pela EN 122 e que, face à reduzida procura, essa estrada responde às necessidades existentes».
    Os vários acidentes, os mortos e feridos provam que afinal, isto não é verdade e que é necessário concluir o IC 27.”

 

ng8015181.jpg

300px-IC27_Algarve_2.jpg

 

 

  • A população jovem no Concelho e Distrito de Beja

    No seguimento de um apelo ao jovens, feito através do meu perfil de facebook, tomei a liberdade de recorrer às estatisticas dos Census 2011 e divulgar os dados que considero de extrema importância:

    Em 1900 (há 117 anos) eram 4982 (quatro mil novecentos e oitenta e dois) os jovens com idade superior a 15 anos a residir no Concelho de Beja, sendo 30945 (trinta mil novecentos e quarenta e cinco) em todo o distrito.

    Em 1950 o número tinha duplicado e eram já 8454 (oito mil quatrocentos e cinquenta e quatro) no concelho e 53810 (cinquenta e três mil oitocentos e dez) no distrito. 

    Segundo este estudo, em 2011 o número de jovens a residir no Concelho de Beja caiu drasticamente para 3571 (três mil quinhentos e setenta e um) e para 15086 (quinze mil e oitenta e seis) no distrito.

    Decorrido um século, a população jovem no concelho regista mínimos nunca antes vistos o que, para mim, é deveras preocupante. Muito se deve à emigração, à procura de melhores condições de vida, à falta de emprego, à reduzida oferta educativa, à pouca estabilidade para que aqui nos fixemos e possamos construir uma vida mais digna, que nos permita realizações pessoais e profissionais e futuros mais promissores.

 

  • Aeroporto

    Sobre este tema já muito se falou. Não me vou alongar, deixo-vos um pouco da minha visão, aqui.

    240620130131-117-DSC_1144.jpg

     

Mais sobre mim

foto do autor

Direitos de Autor

© Todos os Direito de Autor e Direitos Conexos (CDADC), reservados nos termos da Lei nº 63/85, de 14 de Março, com as alterações introduzidas pelas Leis n.ºs 45/85, de 17 de Setembro, 114/91 de 3 de Setembro, pelos Decretos-Leis nºs. 332/97 e 334/97, ambos de 27 de Novembro, e pelas Leis nºs 50/2004, de 24 de Agosto, 24/2006, de 30 de Junho e 16/2008, de 1 de Abril. Por querer ver respeitada e protegida a sua criação intelctual neste espaço, a autora solicita que não seja feita utilização indevida do contúdo do blog sem a sua autorização prévia. Por consequência, sempre que exista partilha de texto(s) e/ou excertos do(s) mesmo(s), deverá ser mantido o seu formato original e ser, obrigatoriamente, mencionada a autoria do(s) mesmo(s). Disfrutem.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D